Novidades e Reedições

NACIONALISMOS ESPANHÓIS. TENSÃO E CONFLITUALIDADE, de Filipe Vasconcelos Romão

Esta obra assume a existência de dois tipos de nacionalismo: o centrífugo, que pretende distanciar-se da ordem instituída (o estado em que se encontra inserido, em que predomina outra identidade nacional); e o centrípeto, que pretende manter essa mesma ordem.


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KARL MARX, de Isaiah Berlin

Publicado inicialmente em 1939 e com sucessivas reedições em que o autor foi inserindo pequenas alterações, esta obra de Isaiah Berlin é ainda hoje considerada um dos melhores textos biográficos sobre Marx, pois consegue conciliar a análise da vida pessoal e familiar do biografado com uma introdução sagaz ao Marx  teórico da revolução social, filósofo, às suas ideias, bem como ao espírito e contexto da época.


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O CAPITALISMO ESTÉTICO NA ERA DA GLOBALIZAÇÃO, de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy

O estilo, a beleza, a mobilização do gosto e das sensibilidades impõem-se a cada dia que passa como imperativos estratégicos das marcas: o capitalismo do hiperconsumo é um modo de produção estética.

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SOBRE O ESTADO - CURSO NO COLLÈGE DE FRANCE (1989-1992), de Pierre Bourdieu

Tema recorrente na obra de Pierre Bourdieu, a questão do Estado não chegou a integrar o livro que deveria unificar a teoria. Mas esta compilação dos textos do curso no Collège de France (1989-1992) permite analisar e estudar este «objecto impensável» de onde, em última instância, todos os poderes tiram a sua legitimidade.


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O CÉREBRO DA POLÍTICA, de Joana Amaral Dias

Compreender melhor porque os governantes agem de determinada maneira, como se tomam certas decisões, o que causa conflitos, no limite, porque começam guerras, implica, necessariamente, explorar a psicologia, a posição face ao poder/vulnerabilidade, as personalidades, os processos cognitivos, as emoções e motivações das pessoas envolvidas no teatro político.

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A ARQUEOLOGIA DO SABER, de Michel Foucault

«A geração de Foucault (1926-1984) é aquela que, no imediato pós-guerra, assiste à proeminência da fenomenologia e do existencialismo nos meios filosóficos e culturais franceses, mas também à omnipresente influência da geração anterior que viveu a resistência,com Jean-Paul Sartre à cabeça. Com os da idade de Foucault, a época já é a da transição entre os últimos anos da reconstrução e os anos brilhantes de quantos, discípulos desobedientes daqueles mestres, lhes escapam rumo a um mundo de que o maio de 68 constituía a grande promessa.Ler mais

PORTUGAL E O FIM DO COLONIALISMO. DIMENSÕES INTERNACIONAIS, de Miguel Bandeira Jerónimo e António Costa Pinto (Orgs.)

Portugal e o Fim do Colonialismo. Dimensões Internacionais é um livro que propõe uma abordagem histórica e multifacetada dos factores e processos internacionais que condicionaram o colonialismo português nas suas últimas décadas de existência. Identificando e analisando algumas das suas principais manifestações, não tendo obviamente uma preocupação de exaustividade, este livro explora as relações entre estes factores e processos e determinados eventos e dinâmicas das histórias metropolitana e colonial.


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