O ECRÃ GLOBAL, de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy
A época contemporânea é a da proliferação dos ecrãs, mas a omnipresença destes não significa, para os autores, um empobrecimento do pensamento ou da estética, antes obriga a conceber um modelo inédito de inteligibilidade do cinema, dos outros ecrãs e, mais profundamente, da cultura.
Este ivro é o nº 95 da Col. Arte & Comunicação.



