Novidades e Reedições

Veja aqui o catálogo interactivo da Edições 70 de novidades e reedições para 2010
O ECRÃ GLOBAL, de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy

A época contemporânea é a da proliferação dos ecrãs, mas a omnipresença destes não significa, para os autores, um empobrecimento do pensamento ou da estética, antes obriga a conceber um modelo inédito de inteligibilidade do cinema, dos outros ecrãs e, mais profundamente, da cultura.

 

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CADERNOS DA VIAGEM À CHINA, de Roland Barthes

De 11 de Abril a 4 de Maio de 1974, uma delegação francesa composta por Philippe Sollers, Julia Kristeva, Marcelin Pleynet – bem como por François Wahl e Roland Barthes – visita a China. No regresso desse périplo que levou os viajantes de Pequim a Xangai, de Nanquim a Xian, Roland Barthes publica no Le Monde de 24 de Maio de 1974 o texto «Alors la Chine?».

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DA TEORIA DA ARQUITECTURA: DOZE ENSAIOS, de Georges Teyssot

Não temendo a fundação filosófica que a arquitectura sempre comporta, surge uma forma de pensamento que se detém no conceito, para logo interpretar o que se passa à volta.

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A GUERRA DO VIETNAME, de George C. Herring

A guerra do Vietname permanece ainda hoje como uma chaga indelével para muitos Americanos, com sequelas bem presentes no seu tecido social mas também numa certa forma de encarar os conflitos bélicos ultramarinos e também na política externa.

 

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Reedições / Reimpressões

A OLEIRA CIUMENTA, de Claude Lévi-Strauss

Que há de comum entre um pássaro insectívoro, a arte da olaria e o ciúme conjugal? Entre o pensamento especulativo dos índios e o dos psicanalistas? Entre uma tragédia de Sófocles e uma comédia de Labiche?

 

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ESTÉTICA DA ARQUITECTURA, de Roger Scruton

Estética da Arquitectura não é um livro apenas para leitores ligados à arquitectura, seja pelo estudo ou pela prática. Ultrapassando os limites do título, Roger Scruton produziu uma obra que, pela sua amplitude e originalidade, interessa sobremaneira a quem se dedica ao estudo da estética e da história da arte.

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ECCE HOMO, de Friedrich Nietzsche

Autobiografia filosófica, em que Nietzsche revela uma intensa consciência de missão, na sua luta contra «a mentira de milénios» e a «moral cristã», e em que a linguagem eufórica e apodíctica trai igualmente rasgos patológicos – no seu imenso confronto com a decadência, por ele diagnosticada, na filosofia, no espírito alemão e na cultura ocidental.

 

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