Novidades e Reedições
| ANARQUIA, ESTADO E UTOPIA, de Robert Nozick Anarquia, Estado e Utopia é hoje um texto fundamental do moderno cânone filosófico ocidental, para muitos a obra de referência do libertarismo devido ao seu apelo a uma menor intervenção do Estado na vida das pessoas, consideradas por Nozick como um fim em si mesmo, logo na sua dimensão plena de indivíduos, recuperando a definição kantiana. Ler mais | UMA HISTÓRIA DA FELICIDADE, de Darrin McMahon Neste livro invulgar, Darrin McMahon traça a fortuna da noção de felicidade e de que forma o conceito foi mudando ao longo dos tempos; da Grécia antiga, em que felicidade era sinónimo de virtude, aos primeiros cristãos, que a imaginavam na vida após a morte, e ao Iluminismo, que fez dela um direito natural, em alguns casos consagrado constitucionalmente. E nos nossos dias é objecto de uma demanda incessante. Ler mais |
| TEORIA DA MÚSICA, de Joaquín Zamacóis
Obra de cariz essencialmente didáctico, esta Teoria da Música desenvolve-se em sintonia com os seguintes princípios: exposição franca das divergências existentes entre os teóricos e uma posição realista perante as mesmas, critério eclético, abstenção de doutrinarismos pessoais e de terminologias inúteis, concisão das explicações. Ler mais | DIÁRIO DE LUTO, de Roland Barthes No dia seguinte ao da morte da sua mãe, a 25 de Outubro de 1977, Roland Barthes começa um «Diário de Luto». Escreve a tinta, e por vezes a lápis, em fichas que ele próprio prepara a partir de folhas de papel A4 cortadas em quatro, e das quais mantém sempre uma reserva em cima da sua mesa de trabalho. Ler mais |
| A ÉTICA DA AUTENTICIDADE, de Charles Taylor
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Reedições / Reimpressões
| OS GRÃO-CAPITÃES, de Jorge de Sena «(…) Por isso, estes contos são cruéis. Diz-se às vezes que há muito de amor do mal no evocá-lo e referi-lo. E que é disso que ele se perpetua. O mal não se perpetua senão no pretender-se que não existe, ou que, excessivo para a nossa delicadeza, há que deixá-lo num discreto limbo.» (1971)
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| ANTIGAS E NOVAS ANDANÇAS DO DEMÓNIO, de Jorge de Sena «… todo o mundo sabe que uma das melhores maneiras de soltar o diabo às canelas dos bem-pensantes de todas as cores e feitios é falar nele, com ares de ironia, como se não existisse.» (1964)
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