A REPÚBLICA DA MÁFIA, de John Dickie

Em A República da Máfia - A maldição do crime em Itália: Cosa Nostra, Camorra, 'Ndrangheta de 1946 aos nossos dias, John Dickie conta-nos a história de como a Cosa Nostra, a Camorra e a 'Ndrangheta sobreviveram na época republicana, multiplicando-se e espalhando-se, para criar assim novas máfias e promover a sua expensão em zonas do território nacional que até então pareciam imunes. Ao longo dos tempos, estas irmandades de sangue têm vindo a tornar-se cada vez mais fortes, mais ricas e mais violentas do que nunca.

DIÁLOGO SOBRE A HISTÓRIA E O IMAGINÁRIO SOCIAL, de Paul Ricoeur e Cornelius Castoriadis

Neste Diálogo sobre a História e o Imaginário Social, Paul Ricoeur e Cornelius Castoriadis, dois dos maiores filósofos da segunda metade do século XX, debatem questões relacionadas com a história, a imaginação, as instituições e a criatividade, tais como: de que forma podemos pensar a dimensão imaginária das sociedades? Como compreender o aparecimento da inovação na história e na ação humana, as revoluções e o projeto de autonomia?

CINEMA PORTUGUÊS. INTERSEÇÕES ESTÉTICAS NAS DÉCADAS DE 60 A 80 DO SÉCULO XX

Um olhar sobre o cinema português realizado entre as décadas de 60 a 80 do século XX, através da análise dos elementos imagéticos que predominam em alguma da cinematografia nacional de referência, construtora de uma tendência estética coletiva.

EFEMÉRIDE DA GUERRA DE TRÓIA, de Díctis Cretense

A obra consiste na tradução (Latim-português) de Ephemeris Belli Troiani (Efeméride da Guerra de Tróia), acompanhada de comentário, notas, índices e bibliografia. Trata-se de uma narrativa atribuída a Dictis de Creta, cuja autoria e datação geram, desde logo, acesas controvérsias. A temática principal centra-se numa abordagem da Guerra de Tróia, incluindo o regresso dos combatentes. A versão apresentada revela elementos tradicionais, mas também a introdução de novidades, face à lição homérica.


O FUTURO DA PINTURA, de Wassily Kandinsky

A arte abstrata é atual e viva, apesar dos ataques que sempre recebeu e que são a melhor prova da sua vitalidade e importância: ambas dão-lhe a certeza de que ela não é apenas a arte do presente, mas também a arte do futuro.


 

 

 

 

 

 

 

 


A VIDA DAS FORMAS, de Henri Focillon

Este continua a ser o livro mais acessível e divulgado de Focillon. Nele o autor expõe em pormenor o seu método e a sua doutrina. Ao definir o carácter essencial da obra de arte como uma forma, Focillon procura sobretudo explicitar o carácter original e independente da representação artística recusando a interferência de condições exteriores ao acto criativo.

OS RAPAZES DE OURO, de Daniel James Brown

Os Rapazes de Ouro, de Daniel James Brown, é um livro de não-ficção que se pode ler como um romance. A história da equipa de remo da Universidade de Washington, então composta por nove estudantes caloiros de origem humilde que abriram caminho até aos Jogos Olímpicos de Berlim em 1936 para desafiar e vencer os melhores do mundo, é mais do que o relato de uma demanda improvável rumo à vitória olímpica.

TODOS OS SONHOS DO MUNDO E OUTROS ENSAIOS, de Desidério Murcho

Será que a vida humana, por mais realizada que seja, é destituída de sentido a menos que exista uma vida depois da morte? Ou haverá sentido - o único tipo real e humano de sentido - numa vida dedicada à procura cuidadosa do que tem genuinamente valor? Serão os valores relativos de acordo com as culturas em que estamos inseridos ou conforme as opiniões pessoais? O que queremos compreender em filosofia quando discutimos as relações entre a arte e a moralidade? Estas são algumas das perguntas a que este livro procura responder.

A EDUCAÇÃO E O SIGNIFICADO DA VIDA, de J. Krishnamurti

A educação convencional torna a liberdade intelectual extremamente difícil: o conformismo conduz à mediocridade e ser diferente de um grupo ou resistir ao que está à volta não é fácil, como refere Krishnamurti. A ânsia de alcançar o êxito e obter recompensas, seja no domínio material ou no domínio espiritual, assim como a procura de segurança e o desejo de conforto, sufocam a dimensão mais espontânea do ser humano, alimentam o medo, bloqueiam a compreensão inteligente da vida, instalam, enfim, a apatia e a incapacidade de descobrir.

IRMANDADES DE SANGUE, de John Dickie

Irmandades de Sangue é um relato fascinante do crime organizado em Itália, escrito pelo autor do bestseller Cosa Nostra. Porém, a Cosa Nostra está longe de ser a única organização criminosa a constituir um dos maiores perigos em Itália e no mundo, uma vez que o Sul do país alberga também mais duas grandes máfias: a Camorra, de origem napolitana, e a 'Ndrangheta, cada vez mais poderosa, oriunda da região pobre e isolada da Calábria.


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