EUROPA. A LUTA PELA SUPREMACIA. DE 1453 AOS NOSSOS DIAS, de Brendan Simms

Ao longo dos tempos, a História assistiu à ascensão e queda de impérios. Todavia, a Europa tem permanecido obstinadamente fraturada, dividida numa miríade de Estados, com cada tentativa hegemónica a ser frustrada por alianças e coligações que se lhe opõem.


OBRAS ESCOLHIDAS DE JÜRGEN HABERMAS - VOL. IV - TEORIA POLÍTICA, de Jürgen Habermas

A génese deste volume sobre teoria política surgiu em 1986, com as Tanner Lectures, e este trabalho foi levado a cabo pelo autor em cooperação com um grupo de trabalho interdisciplinar sobre a teoria do direito.


Por isso, com excepção do primeiro texto, todos os contributos para este volume foram escritos depois da finalização de Faktizität und Geltung [Facticidade e Validade].


SOCIEDADE DE RISCO MUNDIAL - EM BUSCA DA SEGURANÇA PERDIDA, de Ulrich Beck

Nesta obra que se viria a tornar um clássico da sociologia contemporânea, Ulrich Beck chama a nossa atenção para uma série de perigos, tanto naturais como da lavra do Homem, que gradualmente foram moldando a nossa perceção da sociedades contemporâneas.


QUANDO OS FACTOS MUDAM. ENSAIOS 1995-2010, de Tony Judt

A primeira compilação de ensaios de Tony Judt, O Século XX Esquecido. Lugares e Memórias, concentrava-se na história e memória europeias do século passado, o que levou a que alguns dos seus ensaios mais brilhantes não integrassem essa seleção, em especial os textos sobre Israel e Palestina.


OS CAMISAS AZUIS E SALAZAR, de António Costa Pinto - recensão no Jornal de Monchique

Leia aqui a recensão que Mário Beja Santos escreveu sobre este livro, e que foi publicada no Jornal de Monchique em 20 outubro 2015.

 

OS CAMINHOS PARA A MODERNIDADE. OS ILUMINISMOS BRITÂNICO, FRANCÊS E AMERICANO, de Gertrude Himmelfarb

Num ensaio de história das ideias que visa a clareza de linguagem, uma das mais eminentes historiadoras intelectuais norte-americanas apresenta-nos um texto notável de história revisionista, no sentido em que, através da análise dos três Iluminismos - o francês, o britânico e o norte-americano -, Gertrude Himmelfarb afirma que este movimento, uma época extraordinária que fervilhou com ideias novas sobre a natureza humana, a política, a sociedade e a religião, teve nas suas versões britânica e norte-americana orientações diversas mas tão importantes quanto o Iluminismo francês, ao qual tradicionalmente se tem dado maior

OS CAMISAS AZUIS E SALAZAR, de António Costa Pinto

Em Fevereiro de 1932, um grupo de estudantes fascistas criou em Lisboa um jornal académico, A Revolução. Quase todo o grupo fundador pertencia ao sector estudantil do Integralismo Lusitano, movimento monárquico de direita radical, fundado nos anos 10, sob inspiração da Action Française. Meses mais tarde, o grupo decidiu convidar para seu director Francisco Rolão Preto, o membro da Junta Central do Integralismo Lusitano que se encontrava mais próximo do ideal fascista que todos professavam. Lançado no Verão desse ano, o Movimento Nacional-Sindicalista rapidamente se organizou à escala nacional, sob a chefia carismática de Rolão Preto.

ESPIONAGEM E CONTRAESPIONAGEM EM PORTUGAL. VICISSITUDES E MISTÉRIOS, de José Manuel Duarte de Jesus

Leia aqui o artigo de Mário Beja Santos sobre este livro, e que saiu no jornal O Ribatejo online, em 6 de agosto de 2015:


http://www.oribatejo.pt/2015/08/06/espionagem-e-contraespionagem-em-portugal/

 

 

 

HISTÓRIA INTELECTUAL DO LIBERALISMO, de Pierre Manent

Ao mostrar-nos as teses dos principais pensadores liberais - Maquiavel, Hobbes, Locke, Rousseau, Constant e Guizot - Pierre Manent apresenta-nos também os fundamentos históricos desta corrente político-filosófica tão fecunda (e não uma doutrina económica como por vezes se quer fazer crer) e permite-nos descobrir a sua matriz ideológica. Na sua génese está, não uma questão económica, mas religiosa, fruto da necessidade de impor um estado neutro após as guerras religiosas.


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